Deixe sua casa mais ecológica!

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Você sabia que um litro de óleo jogado no ralo é capaz de poluir milhares de litros de água de lagos e rios? Medidas simples evitam grandes efeitos negativos à natureza. Sustentabilidade é a palavra da vez! Maneiras de viver da melhor forma possível e sem agredir o meio ambiente são questões buscadas cada vez mais por pessoas conscientes do seu papel na sociedade.

Para ensinar você a reduzir os índices de poluição, os efeitos do aquecimento global e, ainda mais, a economizar um bom dinheiro, o No Pátio traz dicas super valiosas para ajudar na preservação do nosso planeta! Fique do olho nas nossas dicas e transforme sua casa em um lar muito mais ecológico!

 Faça um limpa vidros caseiros

Nada de investir apenas em vinagre! A receita que faz sucesso e, principalmente, tem um efeito super positivos é obtida da mistura entre 2 xícaras de chá de água, ¼ de xícara de chá de vinagre branco e uma colher de detergente ou sabonete líquido. Junte tudo isso em uma garrafa de spray e está pronta a receita de um detergente que garante limpeza perfeita!

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Ark Hotel:abrigo flutuante

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Criado na Rússia, o Ark Hotel é capaz de abrigar pessoas e animais de qualquer lugar do mundo que ficaram sem ter onde morar após catástrofes climáticas, como inundações e terremotos

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Em tempos de instabilidades climáticas, a inspiração para o Ark Hotel veio de um possível aumento do nível dos oceanos. Em formato de concha e capaz de flutuar, o hotel de 14 mil m2 e dividido em quatro pavimentos foi criado pelo escritório russo Remistudio para sobreviver quase sem ajuda externa, recebendo desabrigados de qualquer lugar do mundo.

Seu nome não é “Arca” por acaso: o arquiteto Alexander Remizov projetou-o como parte do Programa de Assistência a Desastres, da União Internacional dos Arquitetos. Sua estrutura pré-fabricada prevê uma construção rápida em caso de necessidade: desde regiões inundadas até outras sismicamente perigosas.

Se houver terremotos, a redistribuição do peso é feita através do sistema de arcos de Madeira e dos cabos de aço. No caso do risco de ondas gigantes, seu porão tem uma estrutura em camadas, sem bordas ou ângulos, tornando-o uma verdadeira concha fechada.

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Destine seu lixo eletrônico enviando um e-mail!

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A empresa Cidadão Eco faz a logística reversa do lixo eletrônico que está na sua casa. O serviço de coleta é gratuito e garante que a sucata não acabe em aterros sanitários

Que materiais eletrônicos não devem ser descartados com o lixo comum, muita gente já sabe. Mas o destino correto de aparelhos obsoletos ainda é uma incógnita para a maioria das pessoas. Sem saber onde deixá-los para reciclagem, acabam estocando os eletrônicos antigos em residências, condomínios, empresas e escolas.

Mas já é possível contar com iniciativas de recolhimento destes materiais. Quem diria que apenas com um e-mail o problema estaria resolvido? Esta é a proposta da empresa Cidadão Eco, que há mais de um ano coleta, gratuitamente, sucata eletrônica em pontos da grande São Paulo.

No site da empresa* é possível agendar a coleta. Basta preencher o formulário que será enviado por e-mail com seus dados e a relação do que será retirado. Participam do serviço materiais como HDs, placas, memórias, computadores, celulares, fios e cabos de força, processadores, baterias automotivas, aparelhos de CD e DVD, entre outros.

Depois de recolhidos, a Cidadão Eco faz a separação dos aparelhos, os desmonta e encaminha para usinas de reciclagem. “Essas empresas extraem os metais pesados e separam ouro, cobre, chumbo, ferro. Depois de reciclados, matérias-primas como plástico, vidro, ferro e até madeira, voltam para os processos de produção na indústria”, explica Paulino Andrade, o idealizador do projeto. “94% do lixo eletrônico pode ser recuperado”.

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Em 20 anos São Paulo deverá ter transporte fluvial!

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O projeto do arquiteto e urbanista Alexandre Delijaicov, da USP – Universidade de São Paulo, prevê uma São Paulo com 600 quilômetros de canais navegáveis, em duas décadas, ligando os rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí e as represas Billings, Guarapiranga e Taiacupeba. A proposta não só atenderia o transporte de passageiros, como da carga de lixo e entulho das usinas de tratamento

Os moradores de São Paulo não imaginam, mas poderiam cruzar a cidade em barcos em vez de ficarem presos nos engarrafamentos das marginais. O arquiteto e urbanista Alexandre Delijaicov, professor da USP, pesquisou a origem das propostas de transporte fluvial, que datam do fim do século, e chegou a um projeto para o setor. Segundo o plano, a capital paulista contaria com 600 quilômetros de canais navegáveis, ligando os rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí e as represas Billings, Guarapiranga e Taiaçupeba. Para Delijaicov, isso seria apenas resgatar uma vocação local. “Onde hoje fica São Paulo, os portugueses encontraram aldeias indígenas interligadas pelos rios”, diz. A mudança veio em 1930, época em que tanto o Tietê quanto o Tamanduateí eram navegáveis. O urbanista culpa o prefeito Prestes Maia, que governou de 1938 a 1945, pela mudança de paradigma que transformou canais em avenidas como a 9 de Julho e 23 de maio e eliminou 4 mil quilômetros de riachos e córregos e o dobro de margens para o lazer.

Se o caminho escolhido tivesse sido outro, o município teria hoje parques fluviais, assim como os existentes em metrópoles como Paris, Londres e Amsterdã. Para o arquiteto, só o transporte fluvial de carga como entulho e lixo das estações de tratamento de esgoto já viabilizaria financeiramente o projeto, que teria um custo de 1 bilhão reais e levaria cerca de 20 anos para ser concluído.

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Hortinha portátil: para plantas, ervas e temperos.

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Com o Urban Garden, do francês Patrick Nadeau, acabaram-se as desculpas da falta de espaço na cozinha para ter sua própria horta dentro de casa. Feitos de poliéster, estes pequenos saquinhos são sustentados por dois suportes de metal. Na parte inferior, uma película de PVC à prova d’água, bolas de argila e um engenhoso sistema de drenagem. A hortinha portátil, que mede 48 cm x 10 cm x 22 cm, custa 83 libras, cerca de R$ 225. Confira as imagens:

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