Casa sustentável em forma de ovo!

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Esqueça os tijolos e o cimento. Pense em uma casa construída com pneus de carros reciclados e madeira reutilizada. Esta é a Casa Ovo, um projeto criado pelo designer italiano Roberto Casati, de 70 metros quadrados, com capacidade de produzir energia eólica e captação de luz natural. A moradia em formato de ovo oferece também um sistema de reutilização de água da chuva. Ficou interessado? Estima-se que a casa custe cerca de 2 mil euros (mais ou menos R$ 4.550) o metro quadrado. Confira as imagens.

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As 10 florestas mais ameaçadas no mundo!

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O Ano Internacional das Florestas foi lançado oficialmente hoje pela ONU. Para enfatizar a data e alertar para a importância da preservação, a ONG Conservação Internacional divulga as florestas que mais correm o risco de sumirem do mapa. Com apenas 10% de sua cobertura vegetal original, a Mata Atlântica, na costa brasileira, é uma delas

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Questão de Luz

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Enquanto aqui no Brasil o assunto só ganha o noticiário quando acontece um apagão, a União Europeia planeja medidas drásticas. Substituir as lâmpadas incandescentes por opções mais eficientes (de modo progressivo, claro) é lei desde março de 2009. A meta: reduzir o consumo de eletricidade em 80 terawatts por hora até 2020 – o equivalente ao consumo da Bélgica ou de 23 milhões de lares europeus! Mas por que esse tipo de lâmpada tem fama de vilão? De toda a energia elétrica necessária para que ela funcione, pouco (entre 8 e 15%) transforma-se em luz, o restante vira calor. Só na Europa, 32 milhões de toneladas de carbono são despejadas na atmosfera por ano, segundo a Comissão de Energia da UE. Então as fluorescentes irão reinar? Por lá, sim. Mesmo contendo mercúrio, mais complicado de reciclar, será fácil devolver lâmpadas em postos de coleta .

Especialistas brasileiros ponderam que a substituição precisa de critérios. “Ao acender, a fluorescente consome quase 50% mais do que gasta para se manter ligada”, explica Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Por isso, em locais de uso rápido, como despensas e lavabos, sua vida útil diminui e ela perde a vantagem econômica.

“A incandescente, nessas condições, é mais adequada. Use um sensor de presença ou um dimmer para reduzir o consumo”, ensina o designer Guinter Parschalk, especialista em iluminação. “Em ambientes que pedem aconchego, a incandescente se faz insubstituível”, avalia o designer Fernando Prado. Na comparação, esse tipo de lâmpada leva vantagem em outros dois quesitos: tem produção nacional – a maioria dos bulbos compactos vem da China – e reciclagem bem mais simples, um alívio do ponto de vista ambiental.

Qualquer que seja a escolha, alguns comportamentos devem mudar. “Arquitetos e engenheiros precisam buscar um ponto de equilíbrio entre a iluminação natural e a artificial e usar lâmpadas de alto desempenho energético, sem deixar de lado o conforto”, defende o arquiteto paulista Marcio Moraes, que bolou a tabela comparativa acima. Analisando-a, se observa que a diferença no total de custos vem do consumo de energia. E que os sistemas 1 e 2 possuem índice de reprodução de cor (IRC) igual a 100%, ou seja: as cores dos objetos não se alteram. A opção com led (diodo emissor de luz) promove menor gasto de energia, mas custa mais. “Ainda é algo novo, com preços altos. O desenvolvimento de novas tecnologias tende a reduzi-los”, avalia o designer Fernando Prado.

O ciclo de vida do led é mais sustentável: não há contaminação no descarte e o alumínio ou o aço da estrutura podem ser reciclados. “Por durarem muitos anos, vão bem em áreas de difícil acesso, como piscinas, sancas e jardins”, diz Guilherme Sartori, gerente de produtos da Osram. Também funcionam bem em locais onde se precisa da luz durante todo o dia, como em elevadores e halls de condomínios. “Nesses casos, a economia de energia é significativa”, diz o engenheiro Luiz Nilton Palladino, da Soliton, indústria de tecnologia em led. Segundo ele, em obras com muitas luminárias o cabeamento da energia sai mais em conta, pois são utilizados cabos com bitola menor. “Além de possuir tons variados, o led não emite raios infravermelho e ultravioleta, por isso não prejudica a pele das pessoas e não gera calor, reduzindo o consumo de ar condicionado”, explica Nilton.

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Uma ilha de lixo no Pacífico

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Parece uma ideia lunática, mas a firma holandesa de arquitetura Whim Arctects planeja construir uma ilha no Oceano Pacífico com garrafas, embalagens e outros resíduos plásticos que bóiam em suas águas. Com cerca de 10 mil km2 e capacidade para 500 mil habitantes, a ilha será quase do tamanho de Manaus.

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Escassez de matéria-prima não será um obstáculo para a concretização da empreitada: estima-se que há cerca de 4 milhões toneladas de plástico boiando no Pacífico.

Os objetivos do projeto são fazer uma operação de limpeza, retirando uma quantidade significativa de plástico das águas, e mostrar que esse resíduo também pode se tornar material de construção.

No site do projeto, cogita-se até a possibilidade de a ilha flutuante ser um espaço para refugiados do clima.

Para que as correntes oceânicas continuem circulando livremente, haverá canais na ilha, que terá praias, lojas, plantações e banheiros de compostagem (também chamados de banheiros a seco). Esses banheiros nem gastam água nem demandam redes de esgotos – e os resíduos podem ser utilizados como adubo.

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Prédio de São Paulo reutiliza água da chuva para irrigar plantas em suas “paredes verdes”!

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Quando se pensa em uso racional da água, o reaproveitamento da água da chuva é uma solução cada vez mais valorizada. Além de benéfica ao meio ambiente, reduz os custos de manutenção do imóvel.

Em São Paulo, um sistema peculiar foi implantado no edifício Harmonia 57, localizado na Vila Madalena, bairro de classe média da cidade. Quem passa em frente ao imóvel pensa que ele está envolto numa eterna neblina.

Ledo engano. Trata-se de um sistema de irrigação que reutiliza água da chuva para regar as plantas que nascem nas “paredes verdes” do prédio.

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O projeto do edifício, idealizado pelo escritório de arquitetura Triptyque, foi premiado no ano passado no concurso promovido pelo Zumtobel Group Awards, da Áustria, que elege construções que contribuem para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

“Como um organismo vivo, o prédio respira, sua e se modifica, transcendendo sua inércia”, destacam os autores do projeto.

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